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Governo exige devolução de R$ 478,8 milhões pagos por engano no auxílio emergencial

Cerca de 177 mil famílias foram notificadas a restituir valores que receberam indevidamente durante a pandemia — beneficiários em situação vulnerável ficam isentos.

Notificação em massa pelo erro nos pagamentos

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social notificou aproximadamente 177 mil famílias que receberam o auxílio emergencial indevidamente para que devolvam R$ 478,8 milhões ao Estado. RCO 100.9 FM

Essas notificações começaram a ser enviadas em março, por SMS, WhatsApp, e-mail e portal especializado, com prioridade para casos de valores maiores ou com capacidade de pagamento. RCO 100.9 FM

Quem está livre dessa cobrança

Para proteger famílias mais vulneráveis, o governo estabeleceu exceções:

  • Quem está inscrito no Bolsa Família ou no Cadastro Único (CadÚnico);
  • Quem recebeu menos de R$ 1,8 mil;
  • Famílias com renda familiar per capita até dois salários mínimos ou renda total até três salários mínimosRCO 100.9 FM

Quando e como pagar

O sistema de ressarcimento é feito pelo portal Vejae, e o pagamento pode ser feito via Pix, cartão de crédito ou boleto/GRU (Banco do Brasil)RCO 100.9 FM

Há um prazo de 60 dias a partir da notificação para regularização, com possibilidade de parcelamento em até 60 vezes, parcela mínima de R$ 50, e sem juros ou multa. Pessoas que discordarem do valor também têm direito a recurso administrativo. RCO 100.9 FM

Se não houver devolução, o débito poderá ser inscrito na Dívida Ativa da UniãoRCO 100.9 FM


Destaque Sonhei Falei

⚠️ Quando o Estado exige de quem já sofreu com a pandemia, cada real devolvido pesa duplamente — esse movimento exige transparência absoluta e critérios justos para não penalizar quem já viveu no limite.

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